sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Os radares da ponte 25 de Abril dispararam e...


...até o Cristo Rei abriu os braços para deixar passar o Ferrari Vermelho. 

Para mais o lagartame vai andar o fim de semana todo a arrotar a pasteis de nata, uma azia das grandes.

Uma exibição de luxo com um detalhe que quero sublinhar:

Que faz uma equipa que tem 4 defesas centrais no plantel e vê dois lesionados? Coloca em campo os dois que estão aptos!

Este principio básico, por incrível que pareça, é o mais difícil de concretizar pelos treinadores pois o 'quarto' central está pouco rotinado. Uma coisa tão simples e lógica requer um treinador corajoso. 

Vénia por isso a Rui Vitória que teve a coragem de fazer o mais lógico: meter o Lindlof a jogar. 


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

A lesão do Luisão faz questão de lembrar...


...o quão ridículos são aqueles que fazem um escândalo por um auto-golo mal validado. 


Tivesse a lagartada o seu capitão ausente, durante meses, por lesão, resultante de um lance violento na grande área do Benfica sem que tivesse sido assinalado o respectivo penalti e teríamos os estarolas comilões da TVI mais o azeiteiro da SIC de vestes rasgadas de indignação. 


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Quando esta manhã fizerem a chamada no Seixal...


...e todos responderem "presente" será um passo decisivo para o 35.

Felizmente todos aqueles cenários de mudarmos meia equipa foram abandonados. 

Carrega Benfica, rumo ao TRInta e Cinco

domingo, 31 de janeiro de 2016

Quando os astros estão alinhado até...


...o Eliseu parece bonito!


Sem ajuda de 'tóneis' arregimentados - é impressionante o facto dos golos do Benfica terem de ser magistrais caso contrário não acontecem - com os bois apintadeiros a inclinar o campo o que nos obriga a atacar sempre a subir, nos primeiros 30 minutos, das 8 faltas que o Moreirense cometeu o árbitro só apontou uma, e não foi aquele lance digno da UFC sobre o Jonas na área do Moreirense, que apesar ser exclusivo da BTV passou na SportTv, lá vamos nós pressionando os chorões diários e horários. 







sábado, 30 de janeiro de 2016

Estamos mesmo à espera que a lagartada pague o...

o Taarabt do futuro. 

...salário de Taarabt. 

Era a melhor maneira do marroquino perder o peso que tem em excesso.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

O mérito é todo de Rui Vitoria.



O mérito não é da 'estrutura', não é da direcção, não é dos jogadores nem tão pouco dos blogues que defendiam o abandono de "novos paradigmas" desculpabilizantes, o mérito nem sequer é dos adeptos, desta imensidão indefectível que sempre se manteve com a equipa. 

A mudança de equipa amorfa, tristonha, pesarosa, uma lata velha pronta a ir para abate, para um rolo compressor, cheio de alegria e confiança, um potente Ferrari saídinho do stand, pronto a ultrapassar tudo e todos, tem apenas um responsável: Rui Vitória.

Ao contrário dos defensores de "novos paradigmas" que levavam o Benfica à letargia de não responder a nenhuma provocação, Rui Vitória fartou-se e respondeu ao J. lagarto com o único argumento válido: "Com a minha idade andava a lutar pela manutenção

Esta argumentação simples factual e educada obrigou o 'pintas da Porcalhota' a responder como é seu timbre, de forma rasteira e ordinária com um ataque pessoal "não o considero meu colega" ou ainda "não tem mãos para o Ferrari" tendo ainda a ajuda dos energumes do sindicato ou da associação de treinadores.

O 'pintas', segundo os jornalistas e comentadeiros arregimentados à volta de uma mesa num Restaurante nas Avenidas Novas logo sentenciaram que  tinha voltado a comer o 'chouriço' de cebolada. Como sempre. A questão é que este qui-pró-quó uniu toda uma legião em torno do Rui Vitoria.

Todos os adeptos do Benfica, mesmo aqueles que já nem podiam ver a sua cara assustada, com aquele ar de toureiro mal preparado no banco, ficaram ao lado dele. Mas o que foi de facto notável foi que esses comentários mal educados, despropositados e desproporcionais uniram a equipa em torno do seu treinador. 

Onde havia tristeza da equipa e descrença no treinador passou a haver raiva na forma de jogar e defesa do seu líder por parte dos atletas. 

Poder-se-à argumentar que isto é muito teórico e que a mudança talvez se tenha dado a nível táctico com alguma magia que o mister tenha descoberto em algum livro de 'druida'. Pode até ser mas para mim o ascender de Rui Vitória e a consequente queda de J. lagarto deu-se quando o primeiro se assumiu como um líder forte, o que em contraponto com as palavras do poeta, um líder forte faz forte a fraca gente.

E assim, o 35 é já ali.