quinta-feira, 23 de Outubro de 2014

Mais uma homenagem da RTporto aos andruptos.

.


É quase comovente ver a forma carinhosa com que a RTporto, paga pela fiscalidade azul em vigor, criou um programa com o nome da táctica mais usada pelos andruptos nos últimos 30 anos, 4-4-3

4 defesas
3 médios + 1 arbitro
3 avançados.

Até me veio uma lagrimazita ao canto do olho.

Coisinhas que nos envergonham como portugueses


Ainda a semana passada fizemos post onde nos solidarizamos com Bruno de Carvalho acerca das suas palavras sobre a actuação das forças policiais a norte do Douro.

Hoje é a vez do Atlético de Bilbau vir protestar contra essa actuação. 

O problema é que a PSP é NACIONAL os seus agentes representam a PÁTRIA e a constituição da República Portuguesa. A sua actuação quando vergonhosa, como é hábito nas imediações do Freixo, embaraça todo o país. Isto é, antes de mais, um problema politico. 

Que alguém meta a PSP do Porto na ordem!!! 



El Athletic Club sobre lo acaecido en Oporto
Ante la situación vivida por numerosos aficionados del Athletic Club en Oporto en el transcurso del partido de la tercera jornada de la Fase de Grupos de la UCL, FC Porto-Athletic Club, nuestra entidad desea comunicar públicamente lo siguiente:

1.- El Athletic Club tenía desplazados al Estadio do Dragao de Oporto al director de Seguridad y 4 asistentes (stewards) además de la colaboración de la Ertzaintza que desplazó un equipo de 4 personas, estando todos ellos y de manera ininterrumpida, en contacto directo con nuestros aficionados/as. 

2.- El Athletic Club estuvo puntualmente informado del trato que estaban recibiendo sus seguidores y denunció, durante y tras el partido, ante el responsable de seguridad del FC Porto y ante el delegado de la UEFA, la actuación de las fuerzas de seguridad portuguesas y la situación de evidente sobreaforo en algunas ubicaciones del estadio. La Policía de Portugal no atendió las solicitudes efectuadas por parte del Athletic Club para intentar solucionar los problemas que se estaban produciendo.

3.- El Athletic Club ha recopilado, y continúa haciéndolo a la hora de redactar esta nota, informes y pruebas que constatan el caos organizativo y el inaceptable comportamiento de las fuerzas de seguridad portuguesas con los aficionados/as de nuestro Club, para que UEFA pueda analizar y enjuiciar lo ocurrido, junto al informe de su propio delegado. 

4.-El Athletic Club desea reiterar que, pese a realizar en tiempo y forma, es decir durante el transcurso de los acontecimientos y una vez finalizado el encuentro, reclamaciones y recomendaciones a todas las partes implicadas, no tiene potestad alguna para imponer sus criterios en un evento organizado por un club y unas fuerzas de seguridad ajenas.

5.-El Athletic Club, obviamente, no puede garantizar la procedencia y calidad de todas aquellas localidades que no hayan sido enviadas por el FC Porto a nuestro Club y expedidas en las taquillas de San Mamés.

6.-Finalmente, el Athletic Club, en aras a defender los intereses de sus socias/os y aficionados, desea manifestar que no va a cejar en su empeño de aclarar y exigir responsabilidades por lo sucedido y, al mismo tiempo, agradece el comportamiento de la afición del FC Porto, ajena en todo momento al despropósito organizativo que nos tocó padecer.

Leia aqui o parágrafo incómodo da Leonor Pinhão


Crónica de hoje da Leonor Pinhão

(O paragrafo incomodo é o que está a negrito e sublinhado, muito certeiro!)



O Duque! O Duque! Ponham já o Duque a funcionar!

É normal. Os impérios nascem, crescem e morrem. Mas há impérios que morrem mais do que outros. Reza a História que o estertor de alguns impérios produz singulares curiosidades.
Confiando no que nos relatam os jornais, a crise no BES, o desmoronamento da PT e o periclitante estatuto da Olivedesportos, provocaram uma aflição de tal monta no nosso futebol que houve necessidade, obviamente, imperiosa de erigir uma nova ordem para fazer face ao caos.
Reuniram-se, portanto. 
Que fazer, amigos?
Alguém gritou:
- O Duque! O Duque! Ponham já o Duque a funcionar!
Dito e feito. Vem aí uma Liga para durar séculos. Ou, pelo menos, outros trinta anos. No fundo, é o que se quer.

O melhor do Benfica esta semana.
Em 1.º lugar: os três golos do Jonas na Covilhã e o Jonas propriamente dito. 
Em 2.º lugar: Gonçalo Guedes na Covilhã, a jogar, e Gonçalo Guedes no Seixal, a sair de um táxi a toda a brida para seguir viagem para o Mónaco com os adultos.
Em 3.º lugar: o ponto sofridamente conquistado no Mónaco dá uma esperança ténue de qualificação para a Liga Europa, que é a nossa praia. Mesmo assim está a coisa muito difícil. Perder em casa e não ganhar fora é no que dá. A ideia de um Benfica só para consumo interno entristece.

Na Taça de Portugal vamos em frente. Nesta eliminatória caiu um candidato forte. Pela segunda vez consecutiva Marco Silva foi ganhar na casa do FC Porto e “adiós” Copa de Portugal.
A segunda parte do jogo no Dragão arrancou de modo inaudito com os donos da casa a falhar dois penáltis de rajada. 
Ao primeiro, apontado com o pé por Jackson Martinez estando a bola na marca dos 11 metros, respondeu Rui Patrício com uma estirada majestosa. Ao segundo, apontado de cabeça por Marcano, respondeu Rui Patrício com outra estirada categórica impedindo o golaço.
Pouco depois houve ocasião para uma terceira grande penalidade mas Jorge Sousa entendeu não apontar para o castigo máximo depois de ajuizar aquele segundo em que o braço de Jonathan Silva desviou a trajetória da bola dentro da área dos visitantes.
Está encarregue o árbitro de interpretar se há ou não intenção do jogador, exercício impossível visto que não se pode exigir a ninguém capacidades do foro paranormal ao ponto de saber ler o que vai na cabeça dos jogadores no que diz respeito a intenções.
O árbitro-mentalista ainda não foi nem nunca será inventado. E ainda bem porque com árbitros-mentalistas, ou seja com árbitros aptos a ler os pensamentos dos jogadores, poucos jogos chegariam ao fim por falta de material, à força de expulsões não por “palavras”, nem por “actos”, mas pela penalização de “pensamentos” de índole grosseira, quando não insultuosa.
Quanto a mim, que faço parte do público, estes momentos de dúvida que ocorrem sempre que uma mão e uma bola se encontram dentro da área, resolvo-os de maneira simples:
- Se o mesmo lance tivesse acontecido fora da área era ou não era falta? 
Se era falta fora da área então é porque dentro da área tem de ser penálti. E vice-versa.
Sabemos como pesa de modo diferente a decisão de apontar uma falta fora da área (peso-leve) e a decisão de apontar para uma grande penalidade (peso-pesadíssimo). Terá sido por isso que Jorge Sousa, no papel de árbitro-mentalista, leitor dos pensamentos de Jonathan Silva, entendeu não marcar penálti contra o Sporting quando, provavelmente, não teria hesitado em castigar com uma falta um lance idêntico que tivesse ocorrido a meio do campo.
Esta, portanto, é a minha interpretação benévola da não menos interpretação benévola que o árbitro fez do lance de Jonathan Silva na sua área. Leu-lhe os pensamentos e considerou o momento como fruto da casualidade e não da intenção. 
Há, no entanto, quem tenha outras interpretações sobre os motivos que levaram o árbitro Jorge Sousa a poupar uma grande penalidade contra o adversário do FC Porto e logo na casa do Dragão, o que não é propriamente o pão nosso de cada dia das últimas décadas. 
Correm duas teorias sobre o assunto.
A primeira está infetada de clubismo. Jorge Sousa não apontou para a marca de grande penalidade porque não suportou a eventualidade de um segundo falhanço de Jackson Martínez na cara de Patrício o que acarretaria forte contributo para a desmoralização do avançado colombiano que é, de longe, o melhor jogador da equipa. Trata-se de uma teoria, a meu ver, desprezível. Adiante.
A segunda teoria, a meu ver, já não é assim tão desprezível ainda que seja mais rocambolesca do que a primeira. Cá vai ela:
Terá caído mal a Jorge Sousa, embaraçando-o ao ponto de se recusar a marcar uma segunda grande penalidade contra o Sporting, o excessivo realismo das imagens divulgadas do convívio da Batalha, na véspera do jogo, evento de índole pedagógica que reuniu Pedro Proença, o Super Árbitro, e Fernando Madureira, o Super Dragão.
Tudo isto aconteceu sob o alto patrocínio da celebérrima APAF (Agremiação de Pavoneio do Azeite Forrobodó) a quem coube organizar o 13.º Encontro do Empreendedorismo Jovem, porque de pequenino é que se torce o pepino.
Na Batalha, com tanto “flash” a disparar para si, Pedro Proença encadeou-se e, contra aquilo que era a sua intenção, acabou por obrigar Jorge Sousa a desfavorecer o FC Porto ao proclamar a sua satisfação pelos elogios recebidos da parte do Jovem Empreendedor Madureira.
- Não é normal um árbitro ver o seu trabalho aplaudido por um chefe de claque!
- Oh, falsa modéstia! Oh grandíssima falsa modéstia! – terá pensado Jorge Sousa e por isso não apontou para a marca da grande penalidade. Há limites, caramba!
O Maicon é que se fartou de rir.

Pelo que se viu o Sporting é a mais recente vítima da maldição do Guttmann. 
Pois se foi com a maldição do Guttmann que a nossa patriótica comunicação social justificou ao país a derrota do Benfica na última final da Liga Europa, só pode ter sido a sobredita maldição que, anteontem, impediu o Sporting de golear o Schalke 04 na Alemanha. 
Pois é. Temos pena.

A minha simpatia pelo jogador Rúben Amorim, que não é menor do que a simpatia que nutro pelo cidadão Rúben Amorim e pelo benfiquista Rúben Amorim, leva-me a não o condenar pela presença no 13.º Encontro do Empreendedorismo Jovem organizado pela Agremiação de Pavoneio do Azeite Forrobodó.
Rúben Amorim, que está a recuperar de uma lesão complicada, deslocou-se à Batalha na condição de para lá mandado pelo Benfica que, certamente, entendeu ser dignificante para as suas cores a presença de um seu representante na já referida soirée em prol da educação dos Empreendedores Jovens da dita APAF
Caro Rúben, apenas um reparo: da próxima vez que alguém lhe pedir para ficar numa fotografia tenha o cuidado de, pelo canto do olho, verificar a constituição completa do plantel. 
Caro Benfica, apenas uma questão: será que por este andar ainda te vamos ver, um dia destes, na mesma barricada estratégica da grande macacada no dealbar de uma guerra para eleger um presidente da Liga?
Reparem como trato o Rúben Amorim, que não conheço, por você e como trato o Benfica por tu. Não é falta de respeito pelo maior de Portugal.
Eu digo:
- Carrega, Benfica!
Não digo:
- Carregue, Benfica!
Trato o Benfica por tu, passe o exagero, desde que nasci. Assim vou continuar até ao fim e recusando-me a colaborar nas festas da APAF. Há milhões iguais a mim, acho eu.

Los españoles de contumil se quedarán en...

Imagem cedida pelos nossos amigos do Antitripa*
*a menos que os gajos do oposição  achem 
que este imagem é de outro gajo qualquer
quiçá do Veiga ou do poeta himself


...el banco bueno ou en el banquillo que nos vá à chupar lá grana?

Percebe-se agora porque é que havia tanta gente a dizer que o Benfica estava 'isto' e 'aquilo' com o Novo Banco! Criou-se uma cortina de fumo para que pudessem dar hipótese aos andruptos para comprarem uns contentores de espanhóis.

A pergunta que se deve colocar neste momento é a seguinte: o pagamento daquelas noticias, plantadas no principio da época, será feito com recurso a off-shores, ou a sad andrupta pagará aos senhores jornalistas legalmente, como avençados que são, sujeitando-os dessa forma aos impostos devidos em território nacional?

É que já que temos de pagar os devaneios do Flopetegui, como tivemos de pagar o centro de estágio do Olival, os canais andruptos, PortoCanal e RTPn, e até as amantes má gestoras do Vítor Baía, ao menos que o estado cobre impostos a toda a corja que escreve no jornais e 'bota-faladura' nas rádios e televisões. Sempre reduz as imparidades. 



quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

Equipa desconfiada, da Europa é afastada.


O facto de ter rimado no titulo pode parecer um post de brincadeira mas desta vez não é.

Antes de mais vamos ser realistas: o Benfica hoje pode ter dito adeus às competições europeias. E é um adeus merecido. Não merecemos continuar em competição, não por sermos inferiores aos demais mas sim porque não confiamos em nós próprios. É confrangedor.

Nos 3 jogos já disputados a equipa entrou sempre desconfiada de si mesmo. Contra o Zenit só quando ficámos a perder 0-2 e reduzidos a 10 é que começámos a jogar. Na Alemanha, a constituição da equipa foi em si mesmo já um motivo extra de desconfiança que depois foi atropelada durante todo o jogo. Hoje foi desesperante. Demos meia-hora de avanço aos monegascos. Depois lá nos lembrámos que era um jogo que até podíamos ganhar. Este Mónaco é muito, mas muito pior que o Sporting do ano passado ou até que o Braga de Jardim. No entanto este Mónaco conseguiu fazer o que qualquer Arouca ou Sp. Covilhã faz, aguentar-nos 45 minutos. E foi quanto bastou pois não jogámos mais que isso. Jogámos os últimos 15 minutos da primeira parte e os primeiro 30 da segunda. E tudo por causa de uma má atitude  na entrada da partida. 

Haverá alguma lei escondida que diga que o Salvio, o Gaitan, o Enzo, o Maxi, o Talisca e o Eliseu não consigam fazer um passe certo nos primeiros 30 minutos? Ou que o Lima nada consiga fazer de jeito nos primeiros 90 minutos? Se eu não os conhecesse diria que eram uma equipa de toscos, mudava de canal (ou de stream) e ia ver o outro bater recordes, O que me enerva é que estes gajos só comecem a jogar e a mostrar que afinal são mesmo bons quando é demasiado tarde.

Não há razão nenhuma para esta desconfiança. Nós somos melhores que eles, não temos de ter tremedeira nem podemos estar expectantes para ver o que a sorte nos traz porque, a nós, a sorte não nos costuma trazer nada!

Dois parágrafos atrás escrevi que o Lima nada fazia de jeito em 90 minutos. Eu que até gosto muito do Lima fui, antes de mais, um fiel do Cardozo por uma razão muito simples: Eu gosto mesmo é de avançado do Benfica que marcam golos. 



P.S. Se calhar onde escrevi desconfiança devia ter escrito sobranceria. Escolha o meu estimado leitor.

Transversalidade social? O que fizeram ao nosso Presidente?



Quem é este gajo de bigode e orelhas proeminentes que meteram no lugar do Luís Filipe Vieira?  

Se ele começar a citar José Régio, abatam-no!!!



"Roubados" - "Roubo"? Não houve herói nem maldição?

Enviada pelo nosso amigo Inácio


A pasquinada acefaló-lagarta fez hoje as primeiras paginas que se podem ver à direita da foto. No dia seguinte à final de Turim tinham feito as da esquerda.

Ontem o Sporting sofreu um golo em fora de jogo milimétrico e um golo através de penalti inexistente, em Turim o Benfica teve 3 penaltis escamoteados e nas marcações de pontapés da marca de grande penalidade o Beto, guarda-redes do Sevlha, apelidado de herói pela pasquinada de serviço defendeu 3 saindo literalmente aos pés do marcador com o beneplácito do árbitro. 

Alguém que tenha menos boa memória pode dizer: "Ó Carlos, tu és um lampião fanático, isso não deve ter sido bem assim". A esses posso dizer que a opinião nem é minha mas sim da imprensa andaluz (região do clube adversário plasmada em jeito de surpresa no pasquim do Serpa):



Portanto aqui nem se trata de ser Benfica e Sporting mas sim de uma imprensa de um país do terceiro mundo onde a opinião se vende a troco de umas putas ou de uns croquetes ao invés de uma imprensa isenta como foi o caso da espanhola.