terça-feira, 31 de março de 2015

O Azenha está livre, malta!


Bora correr com o Vieira e o Jesus e meter lá aquele moço que foi derrotado pelos brancos e nulos!

É uma boa oportunidade

segunda-feira, 30 de março de 2015

sábado, 28 de março de 2015

28 de Maio parece-me uma data apropriada...


...para a final da Taça da Liga!

Desde que o outro finalista seja o primeiro clube português a ser condecorado com a Medalha de Mérito Desportivo.

Serviria como homenagem aos idos de 1952 que já tinha sido uma homenagem aos seus ídolos de 1926. 

Recordemos:

28 de Maio de 1952 – Dia apoteótico na cidade e no clube. O Estádio das Antas, desenhado e construído pelos Arquitectos Oldemiro Carneiro e Aires de Sá e pelo Engenheiro Miguel Resende, inaugurado com pompa e circunstância. Fossem vivos Nicolau de Almeida e José Monteiro da Costa e a comoção revolveria a alma dos génios criadores das obras magníficas – os tais patrimónios afectivos. José Bacelar (Sócio n.º 1), Camilo Moniz (n.º 2) e Carlos Megre (n.º 3) hastearam as bandeiras nacional, da cidade e do clube que Simplício, num lampejo de inspiração, tão bem soube idear num emblema sublime.

Multidão nas bancadas (50.000), muita cor, muita emoção e a presença do "mais alto Magistrado da Nação".
omento histórico na vida do FC Porto. Além do Presidente da República, reconhecem-se o Presidente do FC Porto, Dr. Urgel Horta, e o Ministro da Educação Nacional. O porta-bandeira é o antigo internacional olímpico Waldemar Mota que inclina o estandarte em saudação respeitosa. Ladeavam-no os ex-atletas portistas João Lopes Martins e Mota Freitas.

Condecoração – No momento mais solene da inauguração, o Presidente da República, general Craveiro Lopes, colocou na bandeira do clube a Medalha de Mérito Desportivo, que não tinha, até então, sido concedida a nenhum outro clube português.

O jogo inaugural – Na inauguração das Antas (assim como, mais tarde, na inauguração da Luz), jogaram FC Porto e Benfica, então unidos por relações de amizade profunda, quase parecendo irmãos siameses, depois de alguns anos de insultos, agressões, vilanias. Era assim o futebol! É assim?

As duas equipas e o trio de arbitragem – O Benfica, convidado para o jogo inaugural, ganhou surpreendentemente por 8-2. Até o Douro chorou! Por escasso tempo. Muita água passaria por debaixo das pontes. E as Antas, estádio, estaria ali para as mais arrebatadoras vitórias do FC Porto.

No seu primeiro jogo nas Antas, o FC Porto alinhou com:
Barrigana (Graça), Virgílio, Alfredo Pais, Ângelo Carvalho, Pinto Vieira, Romão, Hernâni, António Araújo (Vital), Monteiro da Costa, José Maria e Carlos Vieira.
Arsénio apontou o primeiro golo no novo Estádio e o primeiro portista a fazer o gosto ao pé, nas Antas, foi Vital, o alcantarense que trocara o Atlético pelo FC Porto.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Não é obviamente o nosso caso


Uma entrevista/comunicado/comentário por dia nem sabes o bem que nos fazia!

Ninguém me tira da ideia que este impedimento de falar imposto pela Liga/FPF ao BdC foi mais um castigo para nós Gloriosasfera que outra coisa.


quinta-feira, 26 de março de 2015

Lubitz, Mohammed Ata e António Magalhães suspeitos...


...de terem feito cair o avião da Germanwings. 

As autoridades estão neste momento a investigar Andreas Lubitz, copiloto do A320 que se despinhou nos Alpes e que sabe-se pelas audições das gravações das caixas negras do aparelho se fechou sozinho na cabide de voo iniciando a descida deliberada do avião. Nas investigações, sabe o Benfiliado foi lembrado ainda o nome de Mohammed Atta um dos terroristas do 11 de Setembro em NY que ia aos comandos de um dos aviões que colidiram com as Torres Gémeas e que levou as autoridades aéreas a alterar as portas das cabines de forma a não permitir a entrada de quem se encontrava fora lá entrar e que facilitou os acontecimentos de anteontem.

O nosso blogue inclui ainda António Magalhães, director do jornal Record no titulo deste post como forma de homenagem à maneira como manipularam a informação fazendo a primeira página de hoje que abaixo reproduzimos. 


"Detetados casos irregulares com jogadores à experiência

O facto de só terem encontrado ilegais em Alcochete é irrelevante... 



"Quanto a ter ou não ter estofo de campeão, os adeptos têm." Leonor Pinhão



Crónica de hoje da Leonor Pinhão

As grandes fugas são a deslizar

1. Correndo, e com muito gosto, o risco de uma deficiente interpretação por parte do público em geral venho afirmar perentoriamente que este Benfica de 2014/2015 tem estrelinha de campeão.
E faço questão de o repetir. Tem estrelinha de campeão, tem.
Se tem estofo ou não, veremos mais tarde. Mas estrelinha tem.
É que, exceção feita ao Benfica propriamente dito, correu tudo maravilhosamente bem para os interesses do Benfica no último fim-de-semana.
Veja-se, por exemplo, o que se passou de extraordinariamente benfazejo para as nossas cores entre as seis da tarde e as dez e picos da noite no sábado passado.
Calhou até ao Benfica ter a sorte do jogo em Vila do Conde onde, antes ainda da meia hora, já ganhava por 1-0 e tinha visto Marcelo e Hassan, dois dos mais influentes jogadores da casa, a sair de maca do relvado depois de terem caírem redondos no chão sem que ninguém lhes tocasse.
Foi o Benfica a Vila do Conde, é verdade, desprovido do seu mais influente jogador, Nicolas Gaitán, mas não demorou muito o Rio Ave, em desvantagem no marcador, a ver-se privado dos seus esteios da defesa e do ataque como que por artes mágicas. 
E que equipa de futebol no seu perfeito juízo não se aproveitaria de uma benesse destas?
A nossa, precisamente.
E, no entanto, no jogo que se seguiu no Funchal continuaram as coisas a correr com muita felicidade para o lado do Benfica. 
O Porto, que era suposto ganhar, acabou empatado e com uma gritante carrada de nervos em cima porque, nestes transe, quem dá a última barraca fica mais exposto à crítica. Já para não mencionar a frustração suplementar que daí advém.
Isto é ou não é ter estrelinha de campeão?
Perguntar-me-ão e com toda a propriedade:
- Mas se correu tudo assim tão bem para o Benfica em Vila do Conde e na Região Autónoma da Madeira, por que bula papal é que veio o Benfica a perder o jogo com o Rio Ave?
O que correu mal afinal ao Benfica?
A explicação é simples. 
Ser-vos-á comunicada no ponto 5 deste artigo. 
Agora preciso de desanuviar com temas ligeiros.

2. A UEFA recomendou vivamente às oito equipas em prova na Liga dos Campeões que evitem pressionar os árbitros nos jogos que se avizinham. 
E tão vivamente recomendou a UEFA, pela voz de Pierluigi Collina que é a autoridade na matéria, que chegou ao ponto de ameaçar com sanções os emblemas prevaricadores. Posto isto, quase de certeza que a Europa não vai ouvir o Lopetegui a falar latim. 
O espanhol é atrevido mas só de Badajoz para a esquerda (isto se tivermos à frente o mapa). 
De Badajoz para a direita, na Europa, não se atreve.

3. A evidência da semana a intrometer-se sem pedir licença:
- Mas não há “Manel” que faça de Gaitán?
- Não. Não há.

4. De volta a assuntos fúteis:
Entre os três assumidos candidatos ao título apenas o Sporting ganhou no último fim-de-semana. Foi uma festa, naturalmente. 
Não só porque os rivais não ganharam como também porque, mais do que uma bela vitória em Alvalade, tratou-se de uma goleada por 4-1 sobre o adversário que, na primeira volta do campeonato, tinha imposto ao Sporting uma derrota por 3-0. No entanto, se no lugar de contarem para o campeonato estes dois jogos entre o Sporting e o Vitória de Guimarães contassem, por exemplo, para uma meia-final da Taça de Portugal o resultado prático seria a eliminação do Sporting e a consequente qualificação do Vitória de Guimarães graças ao golo “fora” de Kanu aos 83 minutos de jogo.
Utilizando despudoradamente a imaginação uma pessoa pode sempre pairar acima, muito acima, dos estrondosos sucessos dos rivais.

5. O que correu mal ao Benfica em Vila do Conde foi o facto de o propriamente dito Benfica não ter corrido rigorosamente nada ao longo de 90 minutos de jogo contando com os 5 minutos do tempo de compensação.
Nos primeiros 5 minutos do jogo o Benfica ainda correu uma vez e logo marcou. Salvio correu, Pizzi lançou-lhe de longe uma bola em perfeitas condições e, sem parar de correr Salvio enganou o guarda-redes adversário fazendo o golo.
Foi uma grande alegria no campo e nas bancadas. Depois disto o Benfica parou. Na época passada o Benfica até tinha equipa para “parar” o jogo sempre que lhe apetecesse, trocando a bola entre os seus elementos até ao desgaste total do adversário e para nosso enorme deleite.
Mas metade dessa equipa partiu e, actualmente, o Benfica não se pode dar ao luxo de gerir resultados tangenciais só à base de intelecto. Esta é uma temporada trabalhosa em que o Benfica se perde velocidade, perde o jogo.
Estas coisas do futebol só podem correr mal a quem não corre e a quem, aparentemente, confia de modo excessivo na tal estrelinha de campeão que tão generosamente brilharia na Pérola do Atlântico duas horas mais tarde.
Sobre o pormenor de Gaitán não ter jogado nem em Paços de Ferreira nem em Vila do Conde conhecendo-se os resultados, recomendo que voltem ao ponto 3 deste artigo. 
Se, pelo contrário, vos continua a interessar o tema já estafado das correrias e da ausência delas, recomendo o ponto 8 deste artigo.
Talvez possa contribuir modestamente para a clarificação destes assuntos tão aborrecidos de que me pretendo distrair regressando, rapidamente, a tópicos ligeiros de cariz filosófico e internacional.

6. O Arsenal de Londres foi eliminado pelo Mónaco e o treinador do Arsenal veio clamar pelo fim da regra de desempate através do número de golos marcados “fora”. Arsène Wenger apelou à UEFA para pôr cobro a “essa regra obsoleta” de que o próprio foi vítima na semana passada. 
Obsoleto estará o Wenger, com o devido respeito. A invenção desta eficientíssima regra de desempate premiando a ousadia em circunstâncias adversas veio conferir um imenso interesse às provas com eliminatórias.
Para além de o momento da sua cognição plena marcar a passagem do estado intelectual de adepto infantil para o estado intelectual do adepto adulto. Dá-se, normalmente, entre os 9 e os 11 anos de idade. 
- O Fulaninho já percebeu aquilo do golo fora valer a dobrar.
- Está um homem feito.
É sempre, sempre uma alegria para a família.
Ou seja, o adepto passa directamente da infância à idade adulta sem passar sequer pela adolescência graças a esta maravilhosa regra toda ela em prol da inteligência. 
É também por coisas destas que o futebol arrasta multidões e é disto que o Arsène Wenger quer dar cabo.

7. O Benfica deslizou em Vila do Conde, é verdade que deslizou ao comprido.
Confio, não obstante, com firmeza na ginástica e na literatura para a revalidação do título. Em primeiro lugar porque vai ser precisa muita ginástica para se lá chegar depois destes últimos deslizes e em segundo lugar porque Victor Hugo escreveu numa página de “Os Miseráveis” que “as grandes fugas são a deslizar”. 
Frase que sempre me foi enigmática e de que só atingi pleno o alcance depois dos acontecimentos recentes de Paços de Ferreira e de Vila do Conde. 
A realidade é que já deslizámos o que havia para deslizar. Agora só falta mesmo é fugir. Para a frente, evidentemente.

8. Correm os adeptos do Benfica às centenas, aos milhares de quilómetros por estradas e caminhos e eles sempre a correr atrás de um objetivo, correm o país todo, correm para as bilheteiras, almoçam a correr, pagam tudo do bolso (e não é pouco) e o mínimo que esperam, em retribuição disto tudo, é que a equipa corra não tanto quanto eles, porque isso é impossível, mas que corra o suficiente para fazer valer esta correria louca de milhares atrás de uns poucos.
Quanto a ter ou não ter estofo de campeão, os adeptos têm.

9. É pura superstição, reconheço-o envergonhadamente, mas ninguém me consegue fazer desacreditar que, por si só, a presença do avançado Jonathan Rodriguez no “banco” seria uma poderosa motivação para o onze em campo, nomeadamente para os titulares das linhas média e ofensiva da equipa eleita pelo treinador.  E não me refiro à equipa B.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Consta... nos 'mentideros' diz-se que...


...nos próximos dois anos não vai haver ruptura de stock  do nosso gelado preferido na Luz.