sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Deixem o Benfica fora disso, se faz favor


Independentemente do que se sinta por Sócrates esta atitude do Barbas e do Máximo não tem lógica nenhuma. 

Se quiserem ir visitar o preso 44, podem ir, mas deixem o Benfica fora disso, por favor. 


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Olha, a Leonor também se lembra...





Crónica de hoje da Leonor Pinhão


Não faltou nada ao Benfica que foi no domingo a Coimbra vencer tranquilamente a Académica. Nem vontade de vencer, nem um Gaitán inspirado, nem os golos com que se constroem os resultados e as vitórias, nada faltou para o cumprimento da missão.

O que fez falta, então, ao Benfica – 5.º clube no ranking da UEFA e duas vezes consecutivas finalista europeu - para não passar por esta vergonhazinha com quem ninguém contava de se ver afastado da Europa em Novembro?
Fez-lhe falta o Oblak? Ou o super-Garay? Talvez o Siqueira? E o Markovic? E o jeito que teria dado o Rodrigo? E o Fejsa, quando é que fica bom?
Toni, que como treinador foi campeão nacional e ainda levou o Benfica a uma final da Liga dos Campeões – portanto sabe do que está a falar -, explicou-nos no dia seguinte à desilusão europeia que este Benfica de 2014/2015 perdeu qualidade por comparação com aquele praticamente imparável Benfica de 2013/2014.
Alguém tem dúvidas sobre o juízo de Toni? Pois claro que não.
É verdade que o Benfica perdeu qualidade, e muita, e que o tempo da reconstrução carece de isso mesmo… de tempo. Mas também de obreiros à altura dos que se foram embora e foram-se muitos e bons.
O Benfica não teve sorte no grupo onde foi calhar? Não, não teve.
Ai, se nos tivesse calhado um Maribor… - lamenta-se.
Ai, se nos tivesse calhado um Bate Borisov… - continua-se a lamentar.
De fatores externos, estamos conversados.
No que diz respeito a lamentos de fatores internos também se pode elaborar uma listazinha pérfida:
Ai, se o Jonas tivesse sido inscrito a tempo…
Ai, se o Júlio César tivesse começado a época na Luz…
Ponto final é ponto final. Pela minha parte estão encerradas as lamentações sobre o tema europeu. Acabou-se, está acabado. O jogo da próxima semana com o Leverkusen é para cumprir calendário com os serviços mínimos de dignidade de modo a que ninguém se magoe e fique de fora dos dois importantíssimos jogos que se seguem: o Porto para o campeonato e o Braga para a Taça de Portugal.
Antes disto convém absolutamente vencer o Belenenses na Luz. Com todo o respeito pelo Belenenses, naturalmente.


Aconteça o que acontecer ao Benfica até Maio, que é quando tudo se apresenta decidido, dificilmente escapará Jorge Jesus à fama e à crítica de ter “desprezado” as competições internacionais em prol da conquista do segundo título consecutivo de campeão que falta ao Benfica há três décadas.
No entanto, se Jesus conseguir transportar o seu Benfica até à revalidação do título, tudo (enfim… quase tudo) lhe será perdoado. E se é verdade que o treinador, olhando para o que tinha à disposição, apostou tudo no campeonato nacional, talvez lhe venham dar razão os seus detractores da actualidade.
No fundo, pertencem à mesma escola filosófica que na temporada de 2005/2006 chamou os nomes todos a Ronald Koeman acusando-o de, por vaidade pessoal, se ter marimbado no campeonato nacional dos portuguesinhos para fazer uns brilharetes notáveis, ainda que em vão, na Liga dos Campeões dos tubarões.
Lembram-se?
O Benfica de Ronald Koeman, o treinador que hoje brilha no comando do surpreendente Southampton, não demorou a desistir do título conquistado na época anterior pelo Benfica de Trapattoni mas chegou com estrondo e fanfarra aos quartos-de-final da Liga dos Campeões depois de afastar o Manchester United na fase de grupos e de afastar o Liverpool nos oitavos-de-final vendo-se, finalmente, arredado do sonho pelo Barcelona que haveria de conquistar o troféu, como era de esperar.
Choveram então críticas como picaretas sobre o holandês por ter optado pela prova mais mirífica e com mais “status quo” a nível mundial quando tinha o nosso campeonatozinho de trazer por casa à mão de semear. A verdade é que Koeman acabou por não ganhar qualquer uma das competições, embora se possa sempre ufanar de ter conquistado em Agosto de 2005 uma Supertaça Cândido de Oliveira numa final com o Vitória de Setúbal.
Este ano, Jorge Jesus já conquistou a sua Supertaça de Agosto. E ainda pode ganhar uma quantidade de troféus de que a gente gosta. É esta, para já, a sua enormíssima vantagem sobre Koeman e sobre as escolhas de Koeman. Se é que os treinadores fazem escolhas…

Felizmente que a anunciada, temida e desprezada (cada cor, seu paladar) aliança estratégica entre o Benfica e o Porto não é assim tão aliança nem tão estratégica, isto no campo do realismo puro e duro. 
À primeira oportunidade, e como lhe competia, Pinto da Costa não perdeu o ensejo de recordar que o Benfica está fora da Europa. Aconteceu assim que terminou o jogo de mão-cheia com o Rio Ave, no Dragão. 
Explicando as dificuldades da sua equipa nos primeiros quarenta e cinco minutos da partida com os vila-condenses, o presidente do Porto mencionou o justo desgaste provocado pelo jogo europeu a meio da semana fornecendo como exemplos vivos do seu pensamento os casos do Mónaco e do Zénite, vencedores na quarta-feira, e derrotados nos seus respectivos campeonatos no fim-de-semana que se seguiu às glórias europeias.
Zénite e Mónaco…pois, pois… olhem só do que se havia de lembrar.
Houve, no entanto, benfiquistas que, cheios de boa-fé, até descortinaram um ténue rasgo de simpatia e de consolo nas palavras de Pinto da Costa sobre o assunto Europa e sobre o assunto Benfica fora da Europa. Talvez estejam certos. O que só torna o assunto mais melancólico.


O Boavista de Petit foi goleado na Madeira e, para ajudar à desgraça, viu três dos seus jogadores expulsos e, por isso mesmo, impedidos de defrontar o Sporting na próxima jornada do campeonato. Como o “plantel” do Boavista não é propriamente rico, muita falta lhe devem fazer as três forçadas ausências no próximo fim-de-semana. 
Durante largos anos no final do século passado o Sporting alimentou um trauma nas deslocações ao Bessa onde dificilmente conseguia pontuar. Foi na era do “Boavistão”. Mas as coisas mudaram muito, como é do conhecimento público. 
Na próxima sexta-feira, difícil de contornar pela equipa de Marco Silva apenas será o relvado de plástico do Estádio do Bessa e o espírito excessivamente indomável da equipa do Boavista que, sendo verdade o fenómeno de cada equipa tomar a personalidade do seu treinador, tudo vai fazer para reavivar a velha tradição. 
Independentemente das circunstâncias altamente desfavoráveis ao Boavista, qualquer jogo em que se meta com um dos três “grandes” será sempre um clássico. História é História. E cá estaremos para ver.


Assistindo através da televisão ao Académica-Benfica houve um momento em que desejei – e desejei muito – que o pobre do Samaris ainda não tivesse aprendido uma única palavra da nossa língua depois de uns quantos meses a jogar em Portugal. 
Que o desconchavado grego seja lento, de preferência lentíssimo, na intimidade com o nosso idioma, mesmo nas suas expressões mais vulgares, a ver se sobrevive moralmente incólume ao raspanete que levou do “mister” mesmo juntinho a um microfone postado na relva e que tudo captou. Raspanete, aqui, é um eufemismo, naturalmente.


Abel Xavier vai tomar conta do Farense, atual 12.º classificado da Liga 2. 
Noutros tempos, ainda recentes, dir-se-ia que o Farense, 12.º classificado, ocupava os lugares finais da tabela. No entanto, com o alargamento da antiga segunda divisão para 24 clubes – que loucura -, o Farense, 12.º classificado, ocupa precisamente o meio da tabela.
Felicidades, é o que se deseja ao Abel Xavier neste seu novo desafio como treinador.


Dez mil adeptos do Benfica deslocaram-se até Coimbra para apoiar a sua equipa no jogo com a Académica. O estádio estava bem composto e os adeptos benfiquistas deram o tempo, o dinheiro, a deslocação por bem empregues porque a equipa ganhou com clareza e nem houve lugar a sofrimentos. 
Pena que não regressassem a suas casas inteiramente felizes e orgulhosos, tudo por causa do comportamento delinquente de uns quantos, poucos, que se deliciaram a explodir petardos provocando uma inevitável intervenção da polícia e o consequente embaraço para as nossas cores. Não se acaba com isto?


Correm notícias de que Pedro Proença está zangado com Vítor Pereira e ameaça não mais apitar um jogo que seja em Portugal. Apoiado! Melhor dito, apoiadíssimo!

O erro de Vieira.


Segundo o pasquim do Serpa, o Presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira terá, durante uma visita ao Seixal, afirmado que "na próxima temporada o plantel profissional do Benfica terá 4 ou 5 jogadores da formação" acrescentando depois uma frase traduzida da expressão inventada por John Major mas que as pessoas costumam atribuir a Margarette Thatcher: "Back to basics": "O futuro está no regresso às origens". 

O pasquim do Oliveiredo vai ainda mais longe: Vieira terá exigido a Jesus que ele aposte na formação se quiser renovar com o Benfica.

Ora, a ser verdade isto é um erro enorme. O futebol de alta competição não se compadece com quotas ou números clausus. O papel do presidente de um clube não é escolher a proveniência ou a nacionalidade dos jogadores mas sim criar as condições para que isso aconteçam os seus desejos.

Nos últimos anos tem sido feito um trabalho magnifico na formação do Benfica e estão a começar a aparecer resultados com alguns jogadores com potencialidades, mas esse trabalho não pode ser antecipado apressadamente, queimando etapas por puro populismo em querer a todo o custo e por decreto 'enfiar' jovens da formação na equipa principal.

Neste momento nós e os corruptos lá de cima seremos os clubes do mundo que melhor potenciam os seus orçamentos através de um scouting universal que tem gerado resultados e receitas que fazem inveja a muitos tubarões do futebol mundial. 

Substituir esta dinâmica, este know how, esta vertente de gestão com provas dadas, pela formula lagarta que não tem dado resultados nem desportivos nem financeiros é algo que não consigo perceber.

Se gostava de ter jogadores portugueses, formados no Benfica no plantel principal? Claro que sim, até podiam ser os 25 desde que fossem dos 25 melhores jogadores do Mundo a que o Benfica pudesse chegar. Adorava ter 25 Ruis Costas no plantel mas o que me arrepia mesmo é ter um plantel composto de 25 Joões Pereiras só para satisfazer desejos xenofebos, agora tão em voga criados por uma comunicação social lagarto-acéfala.

Termino este post que será certamente pouco consensual e popular com uma pergunta: Quando o Presidente refere o "regresso às origens" está a referir-se a quem? A Coluna, a José Aguas a Eusébio? Todos eles nascidos e formados noutros continentes!

Eu, todos nós, o que queremos é um Benfica campeão. A língua que os jogadores falam em casa pouco me interessa até porque não é provável que o Samaris me convide para jantar!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Deixem jogar o Djaló


Yannick 'el gringo' Djaló está de volta para as mamas da Luciana a equipa B. 

Depois da sangria que, segundo os 'experts' da imprensa vamos sofrer em Janeiro a equipa para o resto da época será Yannick Djaló e mais 10. 

Oxalá que a 'partner' do João Baião lhe possa dar descanso.


terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Andruptos e lagartos com lugar garantido...


...na final da Champions.

Esta é a conclusão que se pode tirar de seguinte lógica: "Os rivais do Benfica têm um suplemento de moral por continuarem em prova na Europa e isso vai contrariar o que muitos pensam ser a vantagem do Benfica deixar de ter jogos a meio da semana"

Portanto, segundo estas alimárias nem os andruptos nem a lagartada serão afastados da prova, logo, chegarão facilmente à final. Cá ficamos a aguardar serenamente o estrondo da queda.

Da série: "Há uma aliança entre Benfica e Porto"



Segundo o Record, o Oliveiredo teve de subir a parada para ficar com a Champions em canal fechado. 

Este pontapé da BTV na SporkusTb é mais uma prova da aliança com os andruptos... ou talvez não!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Podiamos ir buscar o Artur Jorge por 4 mil


Não é boa ideia? Mandávamos embora o campeão e contratávamos um Artur Jorge qualquer.

Esperem... onde é que eu já vi isto? 

Ah pois, já nem me lembrava. Não me lembrava eu nem o nosso amigo Figueiredo, porque se ainda se lembrasse tinha mandado os gajos da Renascença irem investigar as queixas de pedófilia na Diocese do Porto.